William Shakespeare - Coriolano PDF

 


Caio Márcio, general romano que tomou a cidade de Corioli dos volscos, se tornou a figura política mais odiada entre o povo romano. A cidade se enervou e os nobres temerosos que o grassar da fome atiçasse ainda mais o rancor entre as classes, não acatou as terríveis sugestões de Coriolano.

Este por sua vez, furioso com que considerou uma vergonhosa capitulação do patriciado frente a plebe, não demorou, banido pelos romanos, em refugiar-se nos acampamentos dos volscos, eternos adversários daquela Roma dos primeiros tempos. Lá, dominado pelo ressentimento e pelo desejo de vingança, entrou em conluio com Aufidius, o rei inimigo, para vir pôr Roma em sítio. A cidade, ainda carregada com os desaforos da estiagem, viu-se ainda cercada pelo caudilho reacionário e por seus inimigos.

Segundo a lenda, foi Volumnia, a mãe de Caio Márcio, e parece que sua mulher Virgínia também, que, visitando-o nas trincheiras, convenceram-no a desistir de submeter a sua cidade natal aquele terrível padecimento. Coriolano, acatando o apelo das duas entregou-se ao destino. Retornou para a cidade dos volscos e lá deixou-se matar pela turba que o acusou de falso e traidor. Palavras do próprio Caio Márcio para sua mãe: Oh mãe! Salvastes a pátria mas perdestes o filho.

A tragédia parece inspirada por violento ódio contra o povo e a democracia, mas também por domável espírito de revolta e de liberdade do indivíduo.


William Shakespeare - Coriolano PDF 


Cena I
Entra um grupo de cidadãos amotinados, com bastões, varas e
outras armas.
PRIMEIRO CIDADÃO — Antes de irmos adiante, ouvi-me.
TODOS — Falai! Falai!
PRIMEIRO CIDADÃO — Estais mesmo decididos a morrer, de
preferência a passar fome?
TODOS — Estamos! Estamos!
PRIMEIRO CIDADÃO — Inicialmente, sabeis que Caio Márcio é
o principal inimigo do povo.
TODOS — Sabemos! Sabemos!
PRIMEIRO CIDADÃO — Matemo-lo, portanto, e teremos trigo
pelo preço que bem entendermos. Resolvido?
TODOS — A esse respeito, nem mais uma palavra. Passemos
à ação. Vamos! Vamos!
SEGUNDO CIDADÃO — Uma palavra, bons cidadãos.
PRIMEIRO CIDADÃO — Somos tidos na conta de cidadãos
pobres; só os patrícios é que são bons. O que deixa fartos os
dirigentes bastaria para aliviar-nos. Se nos cedessem apenas
as sobras deles, que ainda estivessem em boas condições,
poderíamos imaginar que eles nos aliviavam humanamente.
Mas acham que somos por demais caros. A magreza que nos
aflige, retrato de nossa miséria, é como que o inventário
minucioso da riqueza de todos eles. Para eles nosso sofrimento
é lucro. Vinguemo-nos, portanto, com nossos bastões, antes de
ficarmos reduzidos a ripas; pois os deuses sabem que o que
me faz dizer isso é a fome de pão, não a sede de vingança.
SEGUNDO CIDADÃO — Quereis agir especialmente contra
Caio Márcio?
PRIMEIRO CIDADÃO — Contra ele em primeiro lugar; é um
verdadeiro cão para o povo.
SEGUNDO CIDADÃO — Já pensastes nos serviços que ele
prestou ao país?
PRIMEIRO CIDADÃO — Perfeitamente, e com muito gosto lhe
faria por isso boas referências; mas ele se apaga com o próprio
orgulho.
SEGUNDO CIDADÃO — Ora! falai sem maldade.
PRIMEIRO CIDADÃO — É o que vos digo. O que ele fez de
glorioso foi apenas para esse fim. Muito embora as pessoas de
consciência delicada possam dizer com suficiência que ele fez
tudo isso pela pátria, fê-lo para agradar a mãe e por causa do
seu próprio orgulho, que, sem dúvida, vai de par com seu
merecimento.
SEGUNDO CIDADÃO — Considerais vício nele o que é
inerente à sua natureza. Pelo menos não podereis dizer que ele
seja cúpido
PRIMEIRO CIDADÃO — Se não posso dizê-lo, nem por isso
fico sem acusações contra ele. Tem defeitos de sobra, que
cansaria enumerar. (Gritos ao longe.) Que gritos serão esses?
O outro lado da cidade já se revoltou. E nós que fazemos aqui,
a tagarelar? Ao Capitólio!
TODOS — Vamos! Vamos!
PRIMEIRO CIDADÃO — Silêncio! Quem vem aí?
(Entra Menênio Agripa.)
SEGUNDO CIDADÃO — É o digno Menênio Agripa. Sempre se
mostrou amigo do povo.
PRIMEIRO CIDADÃO — É muito honesto. Quem nos dera que
todos fossem como ele.
MENÊIO — Que tendes, meus concidadãos, em mira? Para
onde ides com paus e cachaporras? Que se passa? Dizei-me,
por obséquio.
PRIMEIRO CIDADÃO — Nossa causa não é desconhecida do
senado; nestes quinze dias eles já farejaram o que
pretendemos fazer e que vamos mostrar-lhes agora com os
próprios fatos. Eles dizem que os suplicantes pobres têm fôlego
comprido; mas hão de ver que nossos braços também são
compridos.
MENÊIO — Mestres, caros amigos, bons vizinhos, quereis
arruinar-nos?
PRIMEIRO CIDADÃO — Isso não será possível, senhor; já
estamos arruinados.
MENÊIO — Acreditai-me, amigos: os patrícios têm por vós
todos a mais caridosa solicitude. Com respeito a vossas
necessidades e o que estais sofrendo com essa carestia, tanto
vale bater no céu com todas essas armas, como jogá-las no
romano Estado, que seguirá seu curso, arrebentando dez mil
freios mais fortes do que quanta resistência pudésseis anteporlhe.
No que respeita à carestia — os deuses, não os patrícios,
são seus causadores — remédio lhe virá de vossos joelhos,
não dos braços. Oh céus! Fostes levados pela calamidade
aonde maiores, ainda, vos esperam. Caluniastes os pilotos do
Estado, que de todos vós cuidam como pais, sempre zelosos,
enquanto os insultais como a inimigos.
PRIMEIRO CIDADÃO — Cuidam de nós? Muito certo,
realmente! Nunca se incomodaram conosco; deixam-nos morrer
de fome, enquanto seus celeiros estão abarrotados de trigo;
promulgam editos sobre a usura, para favorecerem os
onzeneiros; revogam diariamente dispositivos estabelecidos
contra os ricos e promulgam todos os dias estatutos cada vez
mais vexatórios, para encadear e oprimir o povo. Se as guerras
não nos devorarem antes, eles o farão. É esse todo o amor que
revelam a nosso respeito.
MENÊIO — De duas uma: ou confessais que sois muito
maldosos, ou tolos por demais. Vou relatar-vos uma fábula
muito interessante. Decerto a conheceis; mas como serve muito
bem a meus fins, vou arriscar-me a contá-la de novo.
PRIMEIRO CIDADÃO — Muito bem; vamos ouvi-la, senhor;
mas não vades imaginar que podereis chasquear de nossa
miséria com uma fabulazinha qualquer. Não tem importância;
quando quiserdes podereis principiar.
MENÊIO — Contra o estômago os membros se insurgiram
certo dia, acusando-o de no meio do corpo colocar-se,
preguiçoso sempre e inativo, e, como sorvedouro, absorver,
insaciável, a comida, sem nunca contribuir com sua parte para
o comum trabalho, enquanto os outros órgãos viam, andavam,
refletiam, sentiam e falavam, contribuindo cada um, assim, com
sua parte, para proverem às comuns necessidades e apetites
do corpo. Respondeu-lhes o estômago...
PRIMEIRO CIDADÃO — Ora bem, senhor: qual foi a resposta
do estômago?
MENÊIO — Vou dizer-vos, senhor. Com uma espécie de
sorriso, que não se originava dos pulmões, um sorriso deste
modo — pois, no final de contas, tanto posso dotar o estômago
de fala como fazer que ele sorria — com um sorriso
desdenhoso falou aos insurrectos, aos membros sediciosos que
invejavam suas atividades absorventes, tal como ora fazeis, só
por maldade, com nossos senadores, por não serem em tudo
iguais a vós.
PRIMEIRO CIDADÃO — Mas a resposta do estômago? Que
disse? Se a cabeça de real coroa, os olhos vigilantes, o
conselheiro coração, os braços nossos soldados, os corcéis —
as pernas — a língua nosso trombeteiro e as outras
aparelhagens e menores peças de nossa construção, se todos,
disse...
MENÊIO — E então? E então? Mas como ele é eloqüente! E
então, que aconteceu?
PRIMEIRO CIDADÃO — Se todos ficam lesados pelo estômago
voraz, que é a sentina do corpo...
MENÊNIO — Bem, e agora?
PRIMEIRO CIDADÃO — Se eles, os principais, fizeram queixa,
que poderia responder o estômago?
MENÊIO — Já vou dizer-vos. Se me concederdes um pouco do
que quase nada tendes, que é paciência, direi sua resposta.
PRIMEIRO CIDADÃO — Quantas voltas fazeis para dizê-la!
MENÊIO — Atenção, caro amigo! Nosso estômago, sempre
grave, manteve-se tranqüilo, sem revelar exaltação nenhuma,
como seus detratores. Deste modo lhes respondeu: “É certo,
meus amigos incorporados”, disse, “que eu recebo, antes de
outro qualquer, todo o alimento de que viveis, e é justo que
assim seja, por ser eu o depósito e celeiro de todo o corpo. Mas
se estais lembrados, pelos canais de vosso sangue tudo de
novo mando à corte, ao coração, à alta sede do cérebro, e
assim, pelos sinuosos passos da oficina humana, os nervos
mais potentes e as menores arteríolas de mim recebem tudo de
quanto necessitam para a vida. E muito embora todos vós, a
um tempo, meus bons amigos...” isso disse o estômago,
observai bem.
PRIMEIRO CIDADÃO — Pois não, senhor. Adiante!
MENÊIO — “E muito embora todos vós, a um tempo, não vejais
o que eu dou em separado para cada um, mui fácil é provar-vos
por um cálculo certo e rigoroso, que recebeis de mim toda a
farinha, sobrando-me de tudo só o farelo.” Que dizeis a isso?
PRIMEIRO CIDADÃO — Foi resposta boa. E a sua aplicação?
MENÊIO — Os senadores de Roma são esse bondoso
estômago; vós, os membros rebeldes. Seus conselhos
examinai, suas canseiras todas, e heis de reconhecer que os
benefícios gerais que recebeis vêm tão-somente da parte deles,
nunca de vós mesmos. E vós aí, que pensais disto, sendo,
como sois, o dedão do pé do grupo?
PRIMEIRO CIDADÃO — Eu, o dedão do pé? Por que o dedão?
MENÊIO — Porque sendo, como és, um dos mais baixos, mais
pobres e ordinários desta muito sapiente rebelião, vais sempre
à frente. E se assim fazes, é porque farejas qualquer vantagem
própria. Vamos! Ide preparar vossas clavas resistentes, vossos
bastões, que Roma está no ponto de bater-se com os ratos. Um
dos lados terá de ser malhado. (Entra Caio Márcio.) Nobre
Márcio, Salve!
MÁRCIO — Muito obrigado. Que acontece, marotos
rezingueiros, que de tanto coçar a pobre crosta da vaidade vos
transformais em sarna?
PRIMEIRO CIDADÃO — Só palavras boas é que nos dais.
MÁRCIO — Quem vos desse palavras boas vos adularia de
produzir engulhos. Que vos falta, cães ordinários, se não vos
agrada nem a paz nem a guerra? Esta vos causa pavor; aquela
vos aumenta a empáfia. Quem se fiasse de vós, na hora
precisa, em vez de leões encontraria lebres; em lugar de
raposas, simples patos. Não; mais seguros não vos mostrais
nunca do que um carvão ardente sobre o gelo, ou saraiva no
sol. Vossa virtude consiste em exaltar quem abatido se acha
das próprias faltas, para, logo, malsinar a justiça. Quem se
mostra merecedor de glória, de vosso ódio também se mostra.
Tal como os desejos de certos doentes são vossos impulsos,
que visam sobretudo quanto possa aumentar-lhes a doença.
Quem depende de vossa graça nada com espadanas de
chumbo e abate robles com gravetos. Enforcai-vos! Confiar em
vós? Mudais de idéia a cada instante; achais que é nobre quem
vosso ódio até há pouco merecia, e infame o que era vosso
emblema máximo. Que aconteceu? Por que motivo em vários
quarteirões da cidade gritais tanto contra o nobre senado que
sob a égide dos deuses vos mantém sempre com medo, que,
do contrário, vos devoraríeis uns aos outros? — Dizei: que é
que eles querem?
MENÊIO — Trigo por preço que eles estipulem, pois acham que
há bastante na cidade.
MÁRCIO — Vão todos se enforcar! Acham? Ao fogo! Ficam
sentados e saber presumem quanto no Capitólio está
passando: quem poderá subir, quem enriquece, quem declina; a
facções diversas se unem, conjeturais alianças põem por terra,
reforçam seus partidos e enfraquecem os que no desagrado
lhes caíram, pondo-os abaixo dos sapatos rotos. Acham que há
muito trigo? Se a nobreza pusesse a compaixão de lado e a
espada deixasse que eu usasse, logo um monte faria de
pedaços desses biltres, da altura desta lança.
MENÊIO — Não; estes estão já persuadidos, pois embora lhes
falte em grande escala qualquer discernimento, são covardes a
mais não poder ser. Mas, por obséquio, que diz o outro
magote?
MÁRCIO — Dispersaram-se. Que se enforquem! Disseram-se
esfomeados. Sopravam certas máximas: que a fome rompe
muralhas; ou que até cachorro precisa de alimentos; que
comida foi feita para as bocas, e que os deuses não deram trigo
apenas para os ricos. Com esses trapos é que fazem vento
para suas lamúrias. Responderam-lhes, e tendo sido satisfeito
numa das exigências — coisa perigosa, de arrebentar o próprio
coração da generosidade e deixar pálido o poder mais altivo —
logo os gorros a jogar para cima começaram, como se
pretendessem espetá-los lá nos cornos da lua, arrefecendo de
pronto a grande ardência.
MENÊIO — E que vitória aí alcançaram?
MÁRCIO — A de terem cinco tribunos, por escolha livre deles,
para defesa da sabedoria do populacho. Júnio Bruto é um
deles, e Sicínio Veluto, e... os outros. — Bolas! — Como posso
saber? Destelharia primeiro essa canalha Roma inteira, antes
de obter de mim uma tal coisa. O tempo os deixará mais fortes,
sobre dar nascimento a temas de mais peso, para novas
revoltas.
MENÊIO — É curioso!
MÁRCIO — Ide embora, fragmentos! Para casa!
(Entra apressadamente um mensageiro.)
MENSAGEIRO — Onde está Caio Márcio?
MÁRCIO — Aqui. Que é que houve?
MENSAGEIRO — Senhor, a novidade é que esses volscos
estão em armas.
MÁRCIO — Muito isso me alegra; assim, teremos oportunidade
de ventilar um pouco as nossas sobras emboloradas. Vede, aí
vêm vindo nossos graves anciões.
(Entram Comínio, Tito Lárcio e outros senadores; Júnio Bruto e
Sicínio Veludo.)
PRIMEIRO SENADOR — Márcio, é verdade quanto nos
referistes não faz muito: que se haviam os volscos levantado.
MÁRCIO — É que eles têm um chefe, Tulo Aufídio, que vos
dará trabalho. Tenho inveja, confesso-o, da nobreza que lhe é
própria. Não fosse eu ser eu mesmo, desejara ser ele, tãosomente.
COMÍNIO — Já tivestes ocasião de com ele medir forças.
MÁRCIO — Se metade do mundo se encontrasse com a outra
parte em luta, e ele estivesse do meu lado, eu passara para o
inimigo, só para o combater, só pelo orgulho de caçar esse
leão.
PRIMEIRO SENADOR — Então, meu digno Márcio, servi sob a
ordem de Comínio.
COMÍNIO — Assim o prometestes.
MÁRCIO — Sim, confirmo, senhor, minha promessa; sou
constante. Tito Lárcio, hás de ver-me novamente atacar Tulo
Aufídio. Como! Coxo? Vais ficar fora?
TITO — Não, meu Caio Márcio; antes firmar-me numa das
muletas e combater com a outra, do que ver-me excluído dessa
pugna.
MENÊIO — Oh sangue nobre!
PRIMEIRO SENADOR — Ide conosco até ao Capitólio, onde os
nossos melhores companheiros, tenho certeza, estão à nossa
espera.
TITO (a Comínio) — Ide na frente. (A Márcio.) Acompanhai
Comínio; seguiremos atrás. A precedência o mérito é que
indica.
COMÍNIO — Nobre Márcio!
PRIMEIRO SENADOR (aos cidadãos) — A vossa casas
recolhei-vos. Vamos!
MÁRCIO — Não; que nos sigam todos. Têm os volscos
bastante trigo; levai esses ratos para roerem os celeiros deles.
Dignos amotinados, vosso brio já começa a dar frutos. Vinde!
Vinde!
(Saem os senadores, Comínio, Márcio, Tito e Menênio; os
cidadãos se dispersam.)
SICÍNIO — Há alguém, como este Márcio, tão soberbo?
BRUTO — Não há ninguém como ele.
SICÍNIO — Quando escolhidos fomos para o cargo de tribunos
do povo...
BRUTO — Não notastes os olhos dele e os lábios?
SICÍNIO — Não; apenas seus sarcasmos.
BRUTO — Achando-se irritado, não teme criticar os próprios
deuses.
SICÍNIO — Nem fazer troça da modesta lua.
BRUTO — Que esta guerra o devore! Está ficando muito infindo
de sua valentia.
SICÍNIO — Tal natureza, lisonjeada pelo grande êxito,
desdenha a própria sombra em que pisa de dia. Só me admiro
de que sua insolência se conforme em ficar sob o mando de
Comínio.
BRUTO — A fama a que ele visa e que de graças já o cumulou
bastante, nunca pode ser obtida tão bem como num posto
subalterno ao primeiro, porque todos os reveses à conta são
lançados do general somente, muito embora este tivesse feito o
que cabia nos recursos humanos, e a censura leviana, então,
houvera proclamado: “Oh! se Márcio estivesse à frente disto!”
SICÍNIO — Além do mais, correndo bem as coisas, a opinião,
que de Márcio tanto pende, roubará de Comínio todo o mérito.
BRUTO — Sim; metade das glórias de Comínio será de Márcio,
muito embora Márcio não as tenha ganhado, e suas faltas
redundarão, também, em glória deste, conquanto não lhe caiba
nenhum mérito.
SICÍNIO — Vamos saber agora as providências determinadas e
com que recursos, além de seu valor, ele se apresta para a
presente guerra.
BRUTO — Vamos logo.
(Saem.)

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Ahmed Zayed

Hello all My name is Ahmed Zayed I am Egyptian.I am very interested about languages, animals,Drawing,Comics and history also I like to write a short stories about our lives I am writing because I would like to share what I am thinking about with people who even far from me and for me this the way that people can communicate so finally I could bring my books over here I wish that every one will read will like and I will support u with many more books I am waiting for your feed back

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